Arquivo para a Tag ‘casamento de dia’
maure + diogo
Eles são um casal adorável! Apaixonadíssimos, fofos demais. Eu já me emocionei várias vezes durante o trabalho, mas dessa vez eu tive que enxugar umas lágrimas insistentes entre um clique e outro durante a cerimônia. Não sei dizer ao certo o que foi que me pegou. A avó trazendo as alianças? Ou o pai ajudando a mulher a filha a se vestirem no salão? Talvez tenha sido mesmo a amiga de infância contando um pouco da história desse casal que já está junto há dez anos. A Maure já tinha me contado no carro que eles se conheceram na escola, aos 13 anos, que ela mandava beijinhos pra ele quando ele chamava o nome dela durante a aula. Contou também que eles foram começar a namorar quando ela tinha 16 anos e depois dela ter sonhado que se apaixonaria por ele. O que ela não contou, talvez porque nem soubesse, é que um dia Diogo disse para essa amiga “a Maure é a mulher da minha vida”. Isso lá no comecinho da vida. Não é lindo? Alguns casais fazem a gente querer acreditar em destino.
• O local do casamento foi o restaurante Vicolo Nostro, a noiva se arrumou no Diva.fernanda + fabio
Casar na praia está casa vez mais na moda e Ilhabela parece ser o destino da vez. A ilha é linda e a luz de fim de tarde também, mesmo quando o céu fica ligeiramente nublado. A noiva curtiu a tarde se arrumando na piscina do hotel e não atrasou nem um pouco, o que é fundamental quando se quer casar ao pôr-do-sol… (o sol não espera, rapidamente o que seria um casamento ao final da tarde se transforma em uma casamento no começo da noite). O local da festa é o já bem conhecido Pier 151, que não é pé na areia, mas tem o mar debaixo dos seus pés e já teve até noiva chegando de canoa.
isabela + esteban
Esse é um casamento que eu não fotografei, todas as fotos são do Gui. A gente não fotografa mais separados a não ser que a festa seja muito pequena mesmo. Não era exatamente o caso do casamento deles, acho que havia mais de cem convidados. O fato é que a Isabela gostou muito do nosso trabalho, eu não podia fotografar nessa data, o Gui podia e o cenário era imperdível. Cenário imperdível? Estamos dentro! Dá só uma olhada nessa capelinha na beira da praia, nos noivos indo a pé para a recepção. Um legítimo casamento pé na areia!
chuva ou ataque de arroz?
O blog Vestida de Noiva já falou do assunto e eu achei que seria legal exemplicar. É bom buscar delicadeza na hora de jogar arroz nos noivos, jogar o arroz pra cima e não arremessar no rosto do casal… Mariana e Luciano nada sofreram, mas que levaram um susto, levaram. A maioria das igrejas não permite que se jogue arroz na saída; muitas tem pisos e escadarias de mármore, o que torna a presença do arroz no chão um perigo, principalmente para os mais velhos. A alternativa é usar bolha de sabão (fica lindo em casamentos com luz do dia) ou pétalas de flores. Eu já vi um arroz falso que esfarela quando pisado em cima evitando o risco de acidentes, mas não faço idéia de onde encontrá-lo.


mariana + gustavo
Uma noiva vestindo lilás, um noivo que chorou mais que a noiva (eles não tem maquiagem para se preocupar!), um lugar cheio de verde e… chuva! Muita chuva. Chuva que não atrapalhou a balada (superbalada!), muito pelo contrário, o que teve de gente tomando banho de chuva… Essa festa provou que mente quem diz que casamento que começa ao meio-dia acaba cedo. Quem faz a festa são as pessoas e a animação delas!
1.600km
Foram 1.600 km de São Paulo a São Miguel das Missões. Seis horas de carro a partir de Porto Alegre numa estrada bem ruim, um solaço, calor de 38º. Só com ar condicionado mesmo. Valeu cada sacolejo do caminho. Os noivos são, como se diz aqui no sul, muito queridos. Gente boa. Ela, arquiteta, ele, engenheiro, escolheram as ruínas de São Miguel por vários motivos, um deles o fato de que ela nasceu na região, em Santa Maria. Os amigos vieram dali, de Porto Alegre e até de Berkeley, California, onde o noivo recém terminou o doutorado e para onde o casal vai se mudar em janeiro. Eu achava que o casamento seria em frente às ruínas, mas na verdade foi dentro da igreja! No Rio Grande o sol se põe quase às 21h, então eles escolheram o horário perfeito,19h, e a noiva se preocupou em não atrasar nem um minuto pra gente poder fotografar com a luz linda do fim do dia. Como a igreja não tem teto, a luz do sol baixo batia nas pedras mais altas das ruínas e deixava tudo bem vermelho-dourado e a luz no rosto dos noivos e convidados era uma luz suave, indireta. A chegada da noiva foi tudo de bom, tive a chance de fazer belos retratos nos 170m que separam a entrada do parque da entrada das ruínas da igreja. Terminada a cerimônia, ficamos fotogrando no parque, aproveitando a luz do fim do dia, o cenário insólito e a incrível disposição dos noivos para se divertir. Foi muito gostoso e eu tenho certeza que eles vão amar as fotos. É muito bom quando a gente consegue juntar esses ingredientes: luz e lugar bonito + noivos dispostos a se curtir para as lentes. Nem meu tombo estragou o momento (recuei para fotografar sem perceber uma pedra atrás de mim, caí de costas no chão e quase matei todo mundo de susto, mas não quebrei nada – nem as costelas, nem as câmeras – só arrumei um roxo horrível na perna). Por enquanto vou ficar devendo as imagens. Aqui tem computador, mas falta um photoshop…
Atualização: as fotos estão em novo post acima.
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