Arquivo para a Tag ‘casamento no campo’
patricia e silvio
Foi um dia lindo para pegar a estrada até Ibiúna. Muito sol para nos aquecer dentro do carro! Estava muito frio, mas os convidados podiam se proteger com as mantinhas oferecidas em cestinhos ou com as deliciosas comidinhas quentes. À noite, uma pequena fogueira e aquecedores por toda parte. Quentão junto com o cafezinho. Mas nada melhor para esquentar o corpinho do que se jogar na pista de dança. Ela ainda estava pegando fogo quando os noivos fugiram da festa…
















• a festa foi no SPAventura, que está se preparando para ser mais uma opção para quem quer se casar no campo.
nina + marcos
Eles não são o casal mais cool que vocês já viram por aqui? A Nina é certamente das pessoas mais doces que já tive o prazer de conhecer. Seu sorriso diz tudo. Um alto-astral suave a ao mesmo tempo vibrante, como o colorido do vestido (Adriana Barra). Alegria contagiante: os convidados foram parte essencial dessa história soprando bolhinhas de sabão. Perfeição na decoração, na luz do entardecer, na animação da pista, na comida deliciosa da xará Nina Horta (que nos contou o segredo da couve – quem já provou sabe do que falo – prometi não contar, acho que ela conta pra todo mundo, mas promessa é promessa…), na beleza da dança dos morcegos entre as árvores iluminadas (sim, morcegos, mas de longe é lindo!), na alegria intensa.
A hora da alegria é só dela.
chuva ou ataque de arroz?
O blog Vestida de Noiva já falou do assunto e eu achei que seria legal exemplicar. É bom buscar delicadeza na hora de jogar arroz nos noivos, jogar o arroz pra cima e não arremessar no rosto do casal… Mariana e Luciano nada sofreram, mas que levaram um susto, levaram. A maioria das igrejas não permite que se jogue arroz na saída; muitas tem pisos e escadarias de mármore, o que torna a presença do arroz no chão um perigo, principalmente para os mais velhos. A alternativa é usar bolha de sabão (fica lindo em casamentos com luz do dia) ou pétalas de flores. Eu já vi um arroz falso que esfarela quando pisado em cima evitando o risco de acidentes, mas não faço idéia de onde encontrá-lo.


mariana + gustavo
Uma noiva vestindo lilás, um noivo que chorou mais que a noiva (eles não tem maquiagem para se preocupar!), um lugar cheio de verde e… chuva! Muita chuva. Chuva que não atrapalhou a balada (superbalada!), muito pelo contrário, o que teve de gente tomando banho de chuva… Essa festa provou que mente quem diz que casamento que começa ao meio-dia acaba cedo. Quem faz a festa são as pessoas e a animação delas!
1.600km
Foram 1.600 km de São Paulo a São Miguel das Missões. Seis horas de carro a partir de Porto Alegre numa estrada bem ruim, um solaço, calor de 38º. Só com ar condicionado mesmo. Valeu cada sacolejo do caminho. Os noivos são, como se diz aqui no sul, muito queridos. Gente boa. Ela, arquiteta, ele, engenheiro, escolheram as ruínas de São Miguel por vários motivos, um deles o fato de que ela nasceu na região, em Santa Maria. Os amigos vieram dali, de Porto Alegre e até de Berkeley, California, onde o noivo recém terminou o doutorado e para onde o casal vai se mudar em janeiro. Eu achava que o casamento seria em frente às ruínas, mas na verdade foi dentro da igreja! No Rio Grande o sol se põe quase às 21h, então eles escolheram o horário perfeito,19h, e a noiva se preocupou em não atrasar nem um minuto pra gente poder fotografar com a luz linda do fim do dia. Como a igreja não tem teto, a luz do sol baixo batia nas pedras mais altas das ruínas e deixava tudo bem vermelho-dourado e a luz no rosto dos noivos e convidados era uma luz suave, indireta. A chegada da noiva foi tudo de bom, tive a chance de fazer belos retratos nos 170m que separam a entrada do parque da entrada das ruínas da igreja. Terminada a cerimônia, ficamos fotogrando no parque, aproveitando a luz do fim do dia, o cenário insólito e a incrível disposição dos noivos para se divertir. Foi muito gostoso e eu tenho certeza que eles vão amar as fotos. É muito bom quando a gente consegue juntar esses ingredientes: luz e lugar bonito + noivos dispostos a se curtir para as lentes. Nem meu tombo estragou o momento (recuei para fotografar sem perceber uma pedra atrás de mim, caí de costas no chão e quase matei todo mundo de susto, mas não quebrei nada – nem as costelas, nem as câmeras – só arrumei um roxo horrível na perna). Por enquanto vou ficar devendo as imagens. Aqui tem computador, mas falta um photoshop…
Atualização: as fotos estão em novo post acima.
casamento no campo
Fotografias de Guilherme Maranhão, decoração Plantation.
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