Arquivo para a Tag ‘destination wedding’

Flavia + Denis

Talvez Santo Antônio não seja mais o mesmo, talvez seja apenas questão de devoção. O fato é que foi na Igreja de Nossa Senhora D’Ajuda, na Bahia, que Flavia pediu para ter certeza de quem era o homem da sua vida. E foi na Igreja de Nossa Senhora D’Ajuda, Ilhabela, que ela disse sim para ele.

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• A noiva se arrumou no hotel Fita Azul e a festa foi no já bem conhecido Pier 151, um em frente ao outro. O vestido é Maria Cereja, o buquê é obra de Helena Ackel. Quem organizou tudo direitinho foi Rossana Lamb.

fernanda + fabio

Casar na praia está casa vez mais na moda e Ilhabela parece ser o destino da vez. A ilha é linda e a luz de fim de tarde também, mesmo quando o céu fica ligeiramente nublado. A noiva curtiu a tarde se arrumando na piscina do hotel e não atrasou nem um pouco, o que é fundamental quando se quer casar ao pôr-do-sol… (o sol não espera, rapidamente o que seria um casamento ao final da tarde se transforma em uma casamento no começo da noite). O local da festa é o já bem conhecido Pier 151, que não é pé na areia, mas tem o mar debaixo dos seus pés e já teve até noiva chegando de canoa.

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isabela + esteban

Esse é um casamento que eu não fotografei, todas as fotos são do Gui. A gente não fotografa mais separados a não ser que a festa seja muito pequena mesmo. Não era exatamente o caso do casamento deles, acho que havia mais de cem convidados. O fato é que a Isabela gostou muito do nosso trabalho, eu não podia fotografar nessa data, o Gui podia e o cenário era imperdível. Cenário  imperdível? Estamos dentro! Dá só uma olhada nessa capelinha na beira da praia, nos noivos indo a pé para a recepção. Um legítimo casamento pé na areia!

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mamá + luca

Morro de São Paulo não é para os fracos de coração (leia-se medo de avião ou enjoo em alto mar), mas ninguém se arrepende de ter ido até lá. Sol forte, mar azul de águas quentes, lindos coqueiros curvados pelo vento. Cenário perfeito para esse  delicioso destination wedding comemorado em português, inglês e italiano em três dias de festa. Adoro esses casamentos que prolongam a diversão levando todos a um lugar paradisíaco!  E quanta diversão pra mim também: fechei a noite  fotografando os noivos  dentro da piscina! Onde mais eu poderia encontrar um casal que se joga na piscina no final da festa? Como diria a Mamá, “adoooooro!!!”.

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voando numa latinha

As coisas que a gente não faz para fotografar… Eu não morro de medo de voar mas também não posso dizer que adoro. O que me faz crer que eu só volto pra Morro de São Paulo se for para fotografar outro belo casamento. Explico: ao longo da minha carreira como fotógrafa editorial, viajei em todo tipo de avião, de jatinho executivo a um bimotor com goteira quando fui pra Amazônia. Ou assim eu pensava. Foi com uma certa surpresa que descobri que em Salvador o termo “táxi-aéreo” se referia a um avião muito pequeno (oito passageiros), bem antigo, muito quente e extremamente barulhento! Foram só 20 minutos, mas do jeito que o avião balançava no retorno a Salvador, foram 20 minutos beeem longos! De certa forma foi esclarecedor, finalmente entendi porque existe uma marca de manteiga que se chama Aviação e vem numa latinha. Deve ter sido inspirada na manteigueira voadora!

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1.600km

Foram 1.600 km de São Paulo a São Miguel das Missões. Seis horas de carro a partir de Porto Alegre numa estrada bem ruim, um solaço, calor de 38º. Só com ar condicionado mesmo. Valeu cada sacolejo do caminho. Os noivos são, como se diz aqui no sul, muito queridos. Gente boa. Ela, arquiteta, ele, engenheiro, escolheram as ruínas de São Miguel por vários motivos, um deles o fato de que ela nasceu na região, em Santa Maria. Os amigos vieram dali, de Porto Alegre e até de Berkeley, California, onde o noivo recém terminou o doutorado e para onde o casal vai se mudar em janeiro. Eu achava que o casamento seria em frente às ruínas, mas na verdade foi dentro da igreja! No Rio Grande o sol se põe quase às 21h, então eles escolheram o horário perfeito,19h, e a noiva se preocupou em não atrasar nem um minuto pra gente poder fotografar com a luz linda do fim do dia. Como a igreja não tem teto, a luz do sol baixo batia nas pedras mais altas das ruínas e deixava tudo bem vermelho-dourado e a luz no rosto dos noivos e convidados era uma luz suave, indireta. A chegada da noiva foi tudo de bom, tive a chance de fazer belos retratos nos 170m que separam a entrada do parque da entrada das ruínas da igreja. Terminada a cerimônia, ficamos fotogrando no parque, aproveitando a luz do fim do dia, o cenário insólito e a incrível disposição dos noivos para se divertir. Foi muito gostoso e eu tenho certeza que eles vão amar as fotos. É muito bom quando a gente consegue juntar esses ingredientes: luz e lugar bonito + noivos dispostos a se curtir para as lentes. Nem meu tombo estragou o momento  (recuei para fotografar sem perceber uma pedra atrás de mim, caí de costas no chão e quase matei todo mundo de susto, mas não quebrei nada – nem as costelas, nem as câmeras – só arrumei um roxo horrível na perna). Por enquanto vou ficar devendo as imagens. Aqui tem computador, mas falta um photoshop…

Atualização: as fotos estão em novo post acima.

férias no paraíso (mas pode chamar de lua-de-mel)

Acabo de voltar de 10 dias de férias em Fernando de Noronha, aka paraíso. Foi bem fácil entender porque tantos casais tomam esse rumo para a sua lua-de-mel. As praias são lindas, o tempo é sempre quente, a temporada de chuvas não significa dias nublados (pode chover todos os dias, mas as chuvas vêm e vão rapidamente) e a água do mar é transparente a ponto da gente ver as arraias nadando no rasinho. Se você mergulha, fica tudo melhor ainda, mas quem não é mergulhador credenciado pode se divertir bastante também com máscara e snorkel ou fazendo um batismo (mergulho autonômo acompanhado de um instrutor). Eu vi tudo o que eu tinha direito – tartarugas, golfinhos, arraias, muitos peixinhos coloridos e até um tubarão. Enfim, altíssima recomendação para recém-casados praieros!

Noronha também pode ser um bom local para um “destination wedding” (esse é o termo que os norte-americanos – sempre eles, os reis da segmentação – usam para casamentos organizados em outro país. Bom, Noronha é quase um outro país, a gente paga para entrar e tudo lá parece custar o dobro do que eu São Paulo). Tem uma capelinha fofa, a capela de São Pedro dos Pescadores, que fica no alto de um morro e de onde se avista o pôr-do-sol sobre o mar. Eu visitei o local, mas a certeza de que ele é perfeito eu tive ao ver as fotos da Michele Roth, uma das meninas que trabalha na Pousada do Vale. Ela é formada em turismo, apaixonada pela natureza e pela fotografia. Largou São Paulo assim que se formou e se mandou pra ilha e hoje fotografa casamentos por lá. Adorei conhecer o trabalho dela e pude ver imagens de como é um casamento que termina quando o sol toca o oceano.

Se você se animar a levar a família e os amigos para o seu casamento em Fernando de Noronha, lembre-se que todos devem pagar a taxa de permanência na ilha. O valor da taxa depende do número de dias que você for ficar por lá. Para casar na Capela é preciso pagar uma taxa de R$ 550,00. Para uma hospedagem chiquérrima, você pode optar pela Pousada Maravilha ou a Pousada do Zé Maria. Se você quiser um local um pouquinho mas em conta, opções chamosas são as pousadas Solar dos Ventos e Teju Açu. A Pousada do Vale também é bem gostosa, mas não tem piscina como as outras pousadas mencionadas.

Ah, e não se esqueça: eu também curto muito ser uma “destination wedding photographer”…