Arquivo para a Tag ‘igreja’
aneliza + eduardo
Eles se conheceram na Disco, então é lógico que todo mundo sabia que o casamento ia ser uma superbalada! O som estava ótimo, a iluminação da pista idem, os noivos deram show o tempo inteiro, não faltou animação nem por um segundo. O que me faz pensar que a surpresa da noite realmente foi o momento, no começo da festa, em que o Eduardo subiu ao palco para cantar Only You (e a capella!). Chegamos em casa com o dia amanhecendo e eu acho que se não fosse pelo avião que eles tinham que pegar, talvez a gente ficasse no Jockey para o almoço…
• Vestido Marie Toscano, cabelo e maquiagem R.W. Persil. A cerimônia foi na Capela São Pedro São Paulo e a festa no Jockey Club.Flavia + Denis
Talvez Santo Antônio não seja mais o mesmo, talvez seja apenas questão de devoção. O fato é que foi na Igreja de Nossa Senhora D’Ajuda, na Bahia, que Flavia pediu para ter certeza de quem era o homem da sua vida. E foi na Igreja de Nossa Senhora D’Ajuda, Ilhabela, que ela disse sim para ele.
• A noiva se arrumou no hotel Fita Azul e a festa foi no já bem conhecido Pier 151, um em frente ao outro. O vestido é Maria Cereja, o buquê é obra de Helena Ackel. Quem organizou tudo direitinho foi Rossana Lamb.robby + marlon
Não é nenhuma novidade que eu e o Gui gostamos de cair na estrada para fotografar em outras cidades, então vocês já podem imaginar que de cara nós adoramos quando a Roberta nos chamou para fotografar seu casamento em Curitiba (até porque minha irmã mora lá e seria uma oportunidade de visitá-la) e nossas expectativas não eram poucas. Acertamos em cheio, foi uma festa de encher os olhos! A começar pelo adorável casal, que finalmente disse o sim após 11 anos de namoro. Eu conheci a Robby no casamento da Nina e do Marcos e de cara gostei do jeito agitado e divertido dela. Fotografar seu making of foi delicioso, fui tão bem recebida no apartamento de seus pais, mesmo que todos estivessem meio enlouquecidos (todo mundo saiu do quarto quando ela ficou pronta para que eu pudesse fotografá-la, então fui eu quem conseguiu prender o detalhe de renda das costas, ninguém tinha encontrado o fecho. Pode acreditar, sei muito sobre vestidos de noiva e consigo tirar qualquer véu com uma mão nas costas! Coisas que a gente aprende pelo caminho…). O vestido, da Lethicia, era um deslumbramento e achei lindo a Robby ter usado um anel de brilhantes que pertenceu à sua avó. Antes de sairmos para a igreja, seu pai fez questão de abrir um champagne e brindar com a família e com a equipe que cuidou do cabelo e da maquiagem dela: “sem equipe nada se faz”.
A igreja – do tamanho exato, nem muito pequena, nem muito grande - estava lindamente decorada com muitas velas e o Castelinho do Batel era a perfeição em flores e luz. Mas cenografia não é nada se não houver emoção, se os noivos não souberem se divertir, se os personagens principais desse dia não se deixarem levar pelo ritmo frenético da festa e por algumas de nossas idéias. Esses dois aproveitaram cada segundo do dia, espero que nossas fotos estejam à altura de tudo isso.





















fernanda + marcelo
Olhares apaixonados não costumam faltar num dia tão especial na vida de um casal, mas tem gente que supera qualquer expectativa nesse sentido. É o caso da Fernanda, que era só sorrisos e olhares intensos para o Marcelo (definitivamente um cara de sorte!). Ele demorou um pouquinho para superar o nervosismo mas não pode evitar ficar boquiaberto ao encontrar sua noiva. A festa – animada por um ótima banda – teve um pouco das origens dos dois: foi no Clube Português, mas teve hashi (ninguém come sushi de garfo, né?). Os noivinhos do bolo não são a cara dos noivos?



bruna + guto
isabela + esteban
Esse é um casamento que eu não fotografei, todas as fotos são do Gui. A gente não fotografa mais separados a não ser que a festa seja muito pequena mesmo. Não era exatamente o caso do casamento deles, acho que havia mais de cem convidados. O fato é que a Isabela gostou muito do nosso trabalho, eu não podia fotografar nessa data, o Gui podia e o cenário era imperdível. Cenário imperdível? Estamos dentro! Dá só uma olhada nessa capelinha na beira da praia, nos noivos indo a pé para a recepção. Um legítimo casamento pé na areia!
chuva ou ataque de arroz?
O blog Vestida de Noiva já falou do assunto e eu achei que seria legal exemplicar. É bom buscar delicadeza na hora de jogar arroz nos noivos, jogar o arroz pra cima e não arremessar no rosto do casal… Mariana e Luciano nada sofreram, mas que levaram um susto, levaram. A maioria das igrejas não permite que se jogue arroz na saída; muitas tem pisos e escadarias de mármore, o que torna a presença do arroz no chão um perigo, principalmente para os mais velhos. A alternativa é usar bolha de sabão (fica lindo em casamentos com luz do dia) ou pétalas de flores. Eu já vi um arroz falso que esfarela quando pisado em cima evitando o risco de acidentes, mas não faço idéia de onde encontrá-lo.


1.600km
Foram 1.600 km de São Paulo a São Miguel das Missões. Seis horas de carro a partir de Porto Alegre numa estrada bem ruim, um solaço, calor de 38º. Só com ar condicionado mesmo. Valeu cada sacolejo do caminho. Os noivos são, como se diz aqui no sul, muito queridos. Gente boa. Ela, arquiteta, ele, engenheiro, escolheram as ruínas de São Miguel por vários motivos, um deles o fato de que ela nasceu na região, em Santa Maria. Os amigos vieram dali, de Porto Alegre e até de Berkeley, California, onde o noivo recém terminou o doutorado e para onde o casal vai se mudar em janeiro. Eu achava que o casamento seria em frente às ruínas, mas na verdade foi dentro da igreja! No Rio Grande o sol se põe quase às 21h, então eles escolheram o horário perfeito,19h, e a noiva se preocupou em não atrasar nem um minuto pra gente poder fotografar com a luz linda do fim do dia. Como a igreja não tem teto, a luz do sol baixo batia nas pedras mais altas das ruínas e deixava tudo bem vermelho-dourado e a luz no rosto dos noivos e convidados era uma luz suave, indireta. A chegada da noiva foi tudo de bom, tive a chance de fazer belos retratos nos 170m que separam a entrada do parque da entrada das ruínas da igreja. Terminada a cerimônia, ficamos fotogrando no parque, aproveitando a luz do fim do dia, o cenário insólito e a incrível disposição dos noivos para se divertir. Foi muito gostoso e eu tenho certeza que eles vão amar as fotos. É muito bom quando a gente consegue juntar esses ingredientes: luz e lugar bonito + noivos dispostos a se curtir para as lentes. Nem meu tombo estragou o momento (recuei para fotografar sem perceber uma pedra atrás de mim, caí de costas no chão e quase matei todo mundo de susto, mas não quebrei nada – nem as costelas, nem as câmeras – só arrumei um roxo horrível na perna). Por enquanto vou ficar devendo as imagens. Aqui tem computador, mas falta um photoshop…
Atualização: as fotos estão em novo post acima.
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