Eu acho uma maravilha poder ter contato com noivas que estão morando do outro lado do oceano. A Camila organizou tudo à distância, lá de Kosovo, e a primeira vez em que nos falamos ela ainda não sabia se o casamento seria em Paraty ou em Ilhabela e ainda estava em dúvida sobre qual fim de semana de outubro seria o escolhido. Eu fiquei entusiasmada com a ideia, amo demais fotografar casamentos na praia, mas a moça sumiu por uns meses. Quando ela reapareceu, data e local definidos, eu não tinha certeza se poderia viajar em outubro — tinha acabado de descobrir que estava grávida! Informei que tínhamos a data mas que provavelmente eu não poderia fotografar e que em breve eu teria uma resposta. Levei uns dias para conversar com o médico e me convencer que não daria mesmo para ir. Perguntei se ela aceitaria que o Gui fosse sem mim e levasse a Juliana com ele. Ela topou e eu sou só alegria com o resultado.
Eu tenho a mais absoluta confiança no trabalho do Gui e a cada dia fico mais feliz com o trabalho da Ju, que está completando dois anos ao nosso lado. Só que eu sou uma tremenda de uma control freak e posso dizer que sofri um pouquinho por não poder estar lá também. Besteira, tudo deu muito certo. Nem a chuva forte atrapalhou o astral desse casório meio-brasileiro-meio-gringo. Noiva tranquila, pessoas queridas que vieram de longe, discursos divertidos e emocionados como a gente vê nos filmes e uma pista de dança como só brasileiro sabe bombar. Tudo de bom! Eu vi todas as fotos e senti como se eu estivesse estado lá.














































