casamento diferente

O que faz um casamento ser um casamento? Quero dizer, quais são os elementos que transformam uma festa em uma festa de casamento? Pensei muito a respeito disso quando eu e o Gui resolvemos transformar nosso casamento de fato em um casamento de “papel passado”, como diria a minha vó. Por que resolvemos casar? Vários motivos, mas o mais forte deles para mim é o desejo de celebrar ao lado dos amigos e da família. Queríamos fazer uma coisa pequena, então desde o começo pensamos em algo muito íntimo, no máximo 50 pessoas. E como não somos pessoas religiosas queríamos uma celebração laica. Aí começaram as maiores dúvidas, porque a gente também não quer aquela coisa fria do casamento civil. Como fazer uma celebração diferente? Foi no meio dessas dúvidas todas que fotografei os casamentos do Diego com a Clóris e da Daniele com o Sérgio.  Ambos foram lindos e muito emocionantes. No primeiro, dois amigos conduziram uma cerimônia poética, com música cantada pelos amigos, leitura de poemas e muitas lágrimas entre os votos trocados pelos noivos. A outra também foi banhada por lágrimas, mas também por muitos risos provocados pelos irmãos e amigos dos noivos que foram convidados a falar. E a minha conclusão foi essa: não é preciso nada além dos próprios noivos trocando seus votos cheios de amor — um pouco como a cena em que Maria (Natalie Wood) e Tony (Richard Beymer) fingem estar se casando nos fundos da bridal shop em West Side Story (se bem que Maria põe um véu na cabeça e eu já providenciei meu vestido off white!).

3 ideias sobre “casamento diferente

  1. PatPat

    Dani, parabéns! casar é muito bom e todo dia Chico me pergunta se eu quero casar de novo…😉
    Agora diz, quem fotografa o casamento de dois fotógrafos? Que responsa, hem? Mostra pra gente as fotos?
    Desejo que o amor de vocês (como o nosso)diga sim todo dia. beijos!

    Resposta
  2. Martinha

    Ai, Dani! Eu estou muito feliz com a decisão de vocês. Você sabe, eu sou a maior defensora de casamento.
    Seu post me fez lembrar um casamento que o Marquinhos celebrou numa tarde ensolarada de 2002. Os noivos leram trechos de “Amarelinha” um para o outro e plantaram uma sementinha no vaso, simbolizando a história que germinava. Foi tão lindo…
    E também me fez lembrar nosso casamento, que além de monge franciscano e drag queen, teve uma tatuagem no anelar esquerdo que não se apaga enquanto houver vida.
    Parabéns, querida!
    Beijo,
    M

    Resposta

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