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reconhecimento

É muito bom saber que o nosso trabalho agradou, sentir que nossas fotos emocionam e fazem as pessoas reviverem sentimentos gostosos. É por isso que eu adoro quando os noivos resolvem dividir seu casamento com o mundo e colocam na web as fotos que nós fizemos. Eu já tinha falado do casamento da Nana e do lindo site que ela e Paul fizeram para dividir as imagens do dia e da lua-de-mel. Agora foi a vez do Diego e da Clóris, que foram embora para Itália logo depois do casamento. Eles selecionaram mais de 200 fotos e quando mandaram o link para família e amigos, mandaram pra mim também. Eu já estava feliz o suficiente em ver que eles tinham curtido o trabalho, mas todo mundo respondeu para eles e pra mim, então dessa vez os elogios se multiplicaram. Foi uma delícia!

é isso o que nos move

É sempre bom ouvir (ou ler) elogios, mas tem alguns que nos deixam arrepiados! Essas palavras aí embaixo são da querida Patrícia, uma pernambucana fofa, de uma energia linda (como todos pernambucanos que conheço!) que me deu o prazer de participar da sua festa.

E faz tempo que estou pra dizer isso: Chico e eu observamos que é incrível como o seu estilo se soma ao do Guilherme. Você sempre atenta ao detalhe, à filigrana, à delicadeza de texturas, à poética das proporções, e ele, que tão bem articula gente e arquitetura e ainda flagra momentos inusitados, gestos, olhares… Vocês formam um perfeito casamento de olhares fotográficos para captar momentos do início de tantos outros casamentos felizes. Todos gostamos muito do seu trabalho: noivos, pais, amigos… Foi uma escolha mais que acertada!

i get all satisfaction

A maioria dos fotógrafos que eu conheço contam a sua história com a fotografia como se estivesse contando um caso de amor. É verdade, quase todo fotógrafo fala da fotografia, como hobby ou profissão, na base do amor e da paixão – ou se paixonou por isso muito cedo, ou largou uma profissão estabelecida e assumiu a fotografia. Comigo não foi diferente, e começou cedo. Quando pequena, brincava com uma câmera quebrada do meu pai e, nos anos 80, ganhei uma Love (quem lembra?) que durou pouco na minha mão porque o filme era caro e eu gastava feito louca. Aos 15 anos, junto com a viagem presente de aniversário veio uma Yashica que depois me acompanhou durante meu ano de intercâmbio no Canadá. Apaixonei. Decidi fazer dessa paixão minha profissão e o amor só fez crescer desde então…

Dizem que a gente é feliz quando faz o que gosta. Sou uma privilegiada porque encontrei bem cedo esse meu amor. Quando eu ainda fotografava para Exame, um retratado uma vez me contou que eu fazia ele se sentir mais à vontade porque eu sorria enquanto fotografava. Achei o máximo, não tinha me dado conta que o prazer de fotografar estava estampado no meu rosto durante o trabalho. Pois qual não foi minha surpresa quando fiquei sabendo que ainda hoje faço isso durante os casamentos que fotografo. Imaginei que no meio da adrenalida que é fotografar um casamento, a tensão ia ficar mais forte que o prazer.

A responsável por me contar isso foi a Giu, uma das noivas mais fofas que já fotografei. Reproduzo abaixo o email que ela me enviou logo após o casamento. Hoje, além do prazer de fotografar, vivo também o prazer de ajudar a eternizar a felicidade alheia!

Obrigada Giu!

Oi, Dani.
Viajamos daqui a pouco, mas eu não podia sair sem deixar um beijo enorme pra você.
Adorei ter a sua companhia num dia tão importante. Ontem vimos o ví­deo que meu tio gravou e você fotografa sorrindo. Lindo!
Ah, tenho que deixar aqui também todos os beijos que minha famí­lia mandou pra você. Eles te adoraram!
Obrigadão!
Nos falamos na volta.
Beijos grandes,
Giu